RedeDPP — Rede de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas
VI CBDPP 2026 Congresso Brasileiro de Direito e Políticas Públicas
Sobre

Panorama da Conferência


A sexta edição do principal congresso brasileiro de Direito e Políticas Públicas, realizada em conjunto com o CELS Global Brazil.

3
dias · 8 a 10 de junho
2
modalidades · Relatos e GTs
4
horários de sessões paralelas (S1–S4)

O VI Congresso Brasileiro de Direito e Políticas Públicas (CBDPP) é a sexta edição do principal encontro nacional de pesquisa na interface entre o direito e as políticas públicas, promovido pela Rede de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas (RedeDPP). A edição de 2026 ocorre de 8 a 10 de junho, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo de São Francisco) e no Insper, em formato híbrido.

O congresso opera em duas modalidades, a saber, os Relatos de Pesquisa, trabalhos completos apresentados presencialmente em sessões organizadas por eixos temáticos, e os Resumos Expandidos, apresentados nos Grupos de Trabalho (GTs) realizados online. Em 2026, o CBDPP é realizado em conjunto com o CELS Global Brazil, segunda edição brasileira da conferência internacional de estudos empíricos em direito, o que amplia o encontro e aproxima a tradição brasileira de Direito e Políticas Públicas da comunidade internacional.

Como funcionam as sessões paralelas

As sessões de Relatos de Pesquisa seguem um formato cronometrado, com tempos definidos por trabalho e um debatedor designado para cada apresentação.

Cada sessão paralela dura uma hora e meia e reúne até três trabalhos. Cada trabalho dispõe de trinta minutos, cronometrados com rigor, divididos entre uma exposição breve do autor, um comentário substantivo de um debatedor designado, que prepara a discussão com antecedência, e o debate aberto com a plateia.

O papel do debatedor é central. Cada trabalho é associado a um comentarista escolhido pela afinidade temática e metodológica, e espera-se do comentário densidade, e não formalidade. Dessa forma, o congresso oferece a oportunidade de ver o próprio trabalho examinado a fundo por quem o leu com cuidado.

Como os intervalos de trinta minutos são respeitados com rigor, os participantes podem transitar entre as sessões ao longo da hora e meia. Por exemplo, é possível assistir ao primeiro trabalho de uma sessão, deslocar-se para outra trinta minutos depois e encerrar com o terceiro trabalho de uma terceira. Essa mobilidade da plateia é intencional e premia a disciplina no controle do tempo.

Como ler o programa em movimento. A ordem dos trabalhos em cada sessão é a base para a circulação entre as salas. O trabalho 1 começa no minuto 0 do horário, o trabalho 2 no minuto 30 e o trabalho 3 no minuto 60. Cada participante pode planejar um percurso próprio pela programação, com cada deslocamento balizado pelos limites estritos de trinta minutos.

Os horários das sessões paralelas

Quatro horários distribuídos por duas tardes, ocupados pelas sessões de Relatos de Pesquisa do CBDPP, pelas sessões especiais e pelas sessões científicas do CELS.

HorárioDiaFaixa
S1terça, 9 de junho14h00 – 15h30
S2terça, 9 de junho16h00 – 17h30
S3quarta, 10 de junho13h00 – 14h30
S4quarta, 10 de junho15h00 – 16h30

As sessões do CBDPP nos quatro horários

Como o congresso preenche os horários paralelos, nas trilhas presencial e online.

Em cada um dos quatro horários, as salas paralelas concentram as sessões de Relatos de Pesquisa do CBDPP, ao lado das sessões especiais e das sessões científicas do CELS. As sessões de Relatos distribuem-se pelos quatro horários, com três a quatro sessões em cada, e seguem o formato cronometrado descrito acima, com debatedor designado para cada trabalho.

Em paralelo, a trilha online do CBDPP reúne os Resumos Expandidos nos Grupos de Trabalho temáticos, concentrados na noite de 9 de junho. A relação completa dos trabalhos está nas páginas de Relatos de Pesquisa e de Sessões Online.

Conferências magistrais, mesas e sessões especiais

A abertura, as conferências magistrais, as mesas plenárias do congresso e as cinco sessões especiais.

A programação plenária abre com a presença do Ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e inclui três conferências magistrais, proferidas por John J. Donohue III (Stanford), Fabiana Rocha (FEA-USP) e, no encerramento, Adam Chilton (Faculdade de Direito da Universidade de Chicago), com a conferência “Por que as constituições fracassam”.

Ao longo dos três dias, realizam-se as três mesas plenárias do congresso, conduzidas em português, a saber, “Diálogos interdisciplinares sobre direito e políticas públicas”, “Segurança pública como política pública” e “Ainda a reforma do Estado”, sobre uma nova lei de gestão administrativa.

O congresso conta ainda com cinco sessões especiais.

(i) e (ii) as duas sessões da RedeDPP, dedicadas às experiências de ensino e de pesquisa em Direito e Políticas Públicas, em 9 e em 10 de junho;

(iii) a Sessão Especial da RBECrim, sobre crime, punição e segurança pública no Brasil, em 10 de junho;

(iv) a Sessão Especial SELS “Law as Data, Law as Code”, em 9 de junho; e

(v) o painel do Instituto CELS Latinoamérica “Judges Under Pressure”, em 10 de junho.

Cada sessão especial ocupa um dos quatro horários paralelos e ocorre simultaneamente às demais sessões.

Idioma de trabalho

Português no CBDPP, inglês nas sessões do CELS.

As sessões do CBDPP, incluídas as mesas plenárias e os Relatos de Pesquisa, são conduzidas em português, com algumas em espanhol ou inglês conforme a composição do grupo de trabalho. As sessões científicas do CELS e as conferências magistrais são conduzidas em inglês. As cerimônias de abertura e de encerramento contam com tradução simultânea quando apropriado.

A realização conjunta com o CELS Global Brazil

O CELS Global Brazil 2026 é a segunda edição internacional da Conference on Empirical Legal Studies realizada no Brasil e na América Latina, promovida pela Society for Empirical Legal Studies (SELS). As duas conferências compartilham o local e a programação, sem salas separadas, de modo que os inscritos no CBDPP podem assistir a qualquer sessão do CELS, e os inscritos no CELS, a qualquer sessão do CBDPP, sem autorização adicional.

A inscrição determina apenas o certificado emitido, do CBDPP ou do CELS, conforme a modalidade em que o trabalho foi aceito. A distinção importa para a documentação, e não para o acesso. As informações sobre a trilha internacional estão em celsbrazil.org.br.